• Santa Maria, 16/03/2026
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    Valdir Oliveira

    Diabetes Tipo 1: informação, cuidado e compromisso com a vida


    Diabetes Tipo 1: informação, cuidado e compromisso com a vida

    Durante minhas agendas recentes na capital, mais uma vezestive no Instituto da Criança com Diabetes (ICD). A visita teve um objetivoclaro: iniciar e fortalecer um diálogo para ampliar o atendimento de pessoasque vivem com diabetes em Santa Maria e em toda a região central do Rio Grandedo Sul. Trata-se de uma pauta de grande importância, que exige atençãopermanente do poder público, dos profissionais de saúde e da sociedade.

    O trabalho desenvolvido pelo instituto é referência nocuidado, no acompanhamento e na orientação de pacientes e familiares. Hoje,apenas no ICD, 33 pessoas em tratamento são de Santa Maria e mais de 100pacientes atendidos vivem na região central do estado. Esses números mostramque o diabetes, especialmente o Tipo 1, está presente na vida de muitasfamílias e que precisamos ampliar o acesso ao cuidado especializado.

    Durante a visita, tive a oportunidade de dialogar comprofissionais que dedicam sua vida a essa causa. Fui recebido por ClodisXavier, executivo de relações institucionais; Ana Bertuol, superintendente; AnePandolfo, assistente de eventos; e Bruno Lara, executivo de operações.Conversamos sobre o trabalho desenvolvido pelo instituto e debatemos caminhospara ampliar o atendimento às pessoas que vivem com diabetes.

    Um dos temas centrais da conversa foi a necessidade deampliar a conscientização sobre a diabetes tipo 1.  Muitas vezes, o diagnóstico demora aacontecer por falta de informação ou pela confusão dos sintomas com outras doenças.Por isso, investir em campanhas de conscientização e em capacitaçãoprofissional é fundamental para salvar vidas.

    Nesse sentido, também discutimos a importância da formaçãocontinuada para os profissionais de saúde de Santa Maria e da qualificação deequipes responsáveis pela aquisição de insumos e medicamentos. O tratamento dodiabetes exige atenção a especificações técnicas importantes — como tipos deagulhas, medicamentos e tecnologias adequadas para cada paciente — ecompreender essas particularidades é essencial para garantir um atendimentodigno e eficaz.

    Outro ponto importante abordado foi o uso de tecnologias quemelhoram a qualidade de vida das pessoas com diabetes, como os sensores demonitoramento de glicose. Esses equipamentos representam um avanço humanitáriono tratamento da doença, pois permitem um controle mais preciso da glicemia,reduzem riscos e oferecem mais segurança para quem convive diariamente com odesafio da doença.

    Também compartilhei as articulações que temos realizado emBrasília com deputados federais para debater esse tema e buscar avanços naspolíticas públicas relacionadas ao tratamento do diabetes no Brasil. A luta poracesso a tecnologias e tratamentos adequados precisa ser permanente.

    Cuidar das pessoas que convivem com o diabetes, especialmentecrianças e jovens, é uma responsabilidade coletiva. Informação, tecnologia,capacitação e sensibilidade humana precisam caminhar juntas. Essa é uma causaque exige união — e é com esse espírito que seguimos trabalhando.



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